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A Santa Missa é o centro e o ponto mais alto de toda a vida da Igreja, pois é a fonte de onde provém todas as graças de santificação e salvação”.

(Concílio Vaticano II)

Para você compreender a importância transcendental da Missa, que também chamamos de Celebração da Eucaristia, é preciso compreender o “mistério da Redenção”, pelo qual Deus salvou a humanidade. Pois o ponto central da fé católica é a Redenção, realizada por Jesus através de Sua Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão ao céu. E, Jesus quis perpetuar a celebração da nossa redenção pela Santa Missa.

Eis o mistério da fé”, diz o sacerdote após a Consagração do pão e do vinho, ato em que Cristo se entrega totalmente no altar, fazendo-se presença viva e real no vinho e na hóstia consagrados. Então o mesmo Calvário vivo se renova sobre o altar. E assim, Jesus Cristo continua a salvar os homens de todos os tempos e lugares.

A Santa Missa, que a Igreja Católica celebra desde que Cristo mandou aos Apóstolos: “Fazei isto em memória de Mim”, torna presente o sacrifício, a entrega total de Jesus à Deus, por nós. Torna presente a sua morte na Cruz, atualizando então, a nossa Redenção; isto é, em cada Missa Cristo oferece novamente ao Pai, por nós, o seu único sacrifício. O termo “fazer memória”, não significa uma simples lembrança ou uma recordação, mas significa “tornar presente”. Por isso, em cada Missa que celebramos, atualiza-se a Páscoa de Cristo e “torna-se presente a nossa redenção”.

Então, é preciso compreender que a Missa não é uma simples reunião de oração, com um padre, para a presidir. Nem é também apenas um culto, onde cantamos, louvamos, pedimos perdão, ouvimos a Palavra de Deus e sua pregação. Não é uma celebração sentimental ou histórica. Nem mesmo é um simples recordar da Última Ceia. É muito mais do que tudo isto. Ela é o único e suficiente sacrifício de Jesus Cristo, oferecido à Deus Pai, na Cruz, tornado realmente presente no altar. É por isto que é celebrada por um sacerdote e sobre um altar. Pois, sacerdote é aquele que, em qualquer religião, desde a antiguidade, oferece um sacrifício real a Deus, para a remissão dos pecados do povo. E, o altar é o lugar onde este sacrifício é oferecido.

Pela Missa, Deus vem ao nosso encontro e vamos até Ele, por Cristo, na pessoa do Sacerdote. Ao recebermos Cristo vivo na Santa Comunhão, entramos numa íntima união com Ele, pois o nosso corpo, o nosso ser, torna-se o “trono do Rei dos Reis”. Pela Eucaristia, nós unimo-nos em Cristo, e Cristo une-se a nós, de forma viva e real. Portanto, a Missa é um encontro vivo com Deus! E neste encontro, nos alimentamos de sua Palavra e do próprio Cristo na Eucaristia. Pois, somos pessoas que precisam de alimento para continuar a nossa caminhada de fé.

Porém, infelizmente, muitas pessoas não compreendem o verdadeiro significado da Missa, tornando-se então, indiferentes para com ela, e às vezes, até deixam de participá-la como deveriam. Para que possamos participar melhor da Santa Missa, vamos refletir um pouco, parte por parte desta sublime Celebração:

1ª PARTE – RITOS INICIAIS:

Procissão de Entrada: inicia-se o encontro dos filhos com o Pai. A procissão de entrada significa a nossa caminhada do dia-a-dia na vida de trabalho, lazeres, nossa vida na família… Isto lembrará a nossa caminhada seguindo a Cristo a “caminho da Casa do Pai”. Enquanto o sacerdote entra com os demais ministros, a assembleia é convidada a levantar-se, para dar início à Celebração com o canto da entrada. A finalidade deste canto é justamente dar início à celebração, criar o clima que vai promover a união orante da comunidade e introduzir no mistério do Tempo Litúrgico que celebramos.

Saudação: depois de beijar o altar o sacerdote se dirige à Assembleia e depois de feito o sinal da cruz, ele saúda as pessoas que estão presentes, num cumprimento cordial, sempre realçando a ideia do Encontro do Amor entre Deus e os homens. Pelas palavras desta saudação percebemos a certeza de que o encontro se realiza no amor que reúne Deus Pai com seus filhos, convocados por Jesus Cristo.

Ato Penitencial: o sacerdote nos convida para reconhecermos as nossas culpas para que a Santa Missa seja dignamente celebrada. Depois de um instante de silêncio o sacerdote nos convida para nos arrependermos dos nossos pecados, rezando o ato penitencial. Após a absolvição, recebemos o perdão dos nossos pecados veniais (“leves”), dos quais se arrependemos. Estaremos em paz para prosseguirmos a Santa Missa.

Hino de Louvor: O “Glória” é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja glorifica, louva e agradece a Deus. Rezado ou cantado, deve ser uma manifestação visível de alegria por parte de toda a comunidade, pois, é momento de agradecemos a Deus pelo perdão que nos foi concedido, e também por tudo aquilo que somos e temos.

Oração (ou Coleta): é momento de apresentarmos ao Pai nossos desejos e fazermos nossos pedidos pessoais. Após uns instantes de silêncio, o sacerdote faz uma oração em nome da Igreja reunida, pela vida da comunidade, pedindo a Deus por Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Percebe-se que, nesta primeira parte da Missa: Nós falamos com Deus!

 2ª PARTE – LITURGIA DA PALAVRA:

Na Liturgia da Palavra entramos em contato com as riquezas da Palavra da Deus. Por ser inspiração divina, a Palavra de Deus é sempre nova, sempre atual. É a expressão do amor do Pai que orienta, anima, dirige e educa os filhos, em cada dia, em todos os tempos. O próprio Cristo, por sua Palavra transformadora, está presente em nosso meio. Deus se dirige a seu povo, revelando-lhe o mistério da Redenção e da Salvação e oferecendo a sua Palavra como alimento espiritual.

Em cada Missa, o Pai toma um assunto bem determinado para dialogar, de acordo com o tempo litúrgico que a Igreja vive. É o que chamamos de tema central da Liturgia da Palavra, sobre o qual toda esta 2ª Parte da Missa diz respeito.

Primeira Leitura: referindo-se em geral, ao Antigo Testamento, Deus apresenta um fato ou uma profecia que sirva de base, como exemplo ou motivação, para o tema central da Liturgia da Palavra.

Salmo Responsorial: é momento de refletirmos e assimilarmos os conselhos através da leitura que acabamos de ouvir, para darmos uma reposta de gratidão a Deus por Sua Palavra a nós dirigida. Geralmente essa resposta de gratidão é manifestada pela declamação de um Salmo.

Segunda Leitura: utilizando-se em geral de alguma Carta Bíblica do Novo Testamento, o Pai leva o tema central da Liturgia da Palavra, à vida prática de cada dia, mostrando-nos como aplicar os seus ensinamentos em nossa vida, em nosso dia-a-dia.

Aclamação ao Evangelho: Cristo irá falar! Cristo vai anunciar a Palavra do Pai! Então a comunidade põe-se em pé a aclama o Cristo, cantando com alegria, fazendo como que uma recepção festiva à Sua Pessoa e à Sua Palavra.

Evangelho: a palavra “evangelho” significa Boa Nova, Boa Notícia, Mensagem muito Importante. Obviamente, é um trecho tirado de um dos quatro Santos Evangelhos. Nele, o próprio Cristo vem se referir ao tema central da Liturgia da Palavra, vem trazer a verdade, a lição, o conselho do dia, vivido, analisado ou ensinado por Ele próprio. O Evangelho é a Palavra viva de Jesus, nosso Salvador.

Homilia: a palavra “homilia” significa explicação, explanação. É o momento da Missa destinado a explicar as verdades contidas na Palavra de Deus que acabamos de ouvir nas Leituras e no Evangelho, a fim de colocar as mensagens nelas contidas ao alcance de todas as pessoas presentes.

Profissão de Fé: é a declaração pública, consciente e convicta da própria fé que professamos.  O “credo” como é chamada, é um resumo das verdades fundamentais da nossa fé, que nos foram anunciadas pelo Pai, através de Cristo, e na inspiração do Espírito Santo. Neste momento da missa, ao fazermos a nossa profissão de fé, demonstramos a nossa aceitação e adesão à Palavra de Deus a nós anunciada.

Oração dos Fiéis: é a oração de todos por todos. Pois a Palavra de Deus deve atingir a todos. Os filhos presentes ao encontro, lembram ao Pai, todos os outros irmãos espalhados pelo mundo afora. Nesta oração, mostra-se a universalidade da Igreja. Onde quer que haja um cristão, é nosso irmão e nós pensamos nele.

 Percebe-se que, nesta segunda parte da Missa: Deus fala conosco! Cristo vem ao nosso encontro, e comungamos da mesa da Palavra. Em cada Missa Deus tem algo a nos dizer.

3ª PARTE – LITURGIA EUCARÍSTICA:

Na Missa, encontro entre o Pai e os filhos, além do diálogo existente, há a troca de presentes e ofertas. Há demonstrações de amor dadas pelos filhos ao Pai, e há demonstrações de amor dadas pelo Pai aos filhos. Os filhos entregam ao Pai o sacrifício da vida de Cristo, juntamente com os “frutos” da suas vidas. O Pai entrega aos filhos, na Comunhão, o Cristo imortal, para ser o companheiro e o salvador dos irmãos.

Lembre-se que a Missa é a atualização da Páscoa de Cristo. E, o conjunto de gestos e palavras necessários para que se torne presente o sacrifício (entrega) de Cristo, é realizado na Liturgia Eucarística.

Ofertório: é a preparação do sacrifício de Cristo. Ofertório significa “apresentar”, “oferecer”. O homem que reflete e pensa em Deus como seu criador, sente necessidade de oferecer-se a Ele. Neste momento, o cristão faz o oferecimento de suas próprias vidas, simbolizadas no pão e no vinho, matéria necessária para a atualização e oferta do sacrifício de Cristo. Portanto, além do valor espiritual que possuem o pão e o vinho, porque depois de oferecidos ao Pai vão tornar-se Corpo e Sangue de Cristo, há o valor simbólico, pois representam os “frutos” da natureza e do trabalho humano. Há também, como parte do ofertório, a oferta espontânea em dinheiro, como sinal de gratidão a Deus, pelo muito que recebemos, não só materialmente, mas em muitos outros aspectos. Estas ofertas materiais, são destinadas à manutenção das celebrações e à organização e conservação da Igreja. E, na pessoa do sacerdote, a Igreja apresenta a Deus Pai, a vida e as realizações de todos.

 Convite à Oração (“Orai, irmãos e irmãs…”): é convite do sacerdote à oração de todos. Ele pede para que todos rezem para que o sacrifício que foi colocado sobre o altar do Senhor, no ofertório, seja aceito por Deus Pai.

Oração sobre as Oferendas: ao terminar o ofertório, o sacerdote faz uma oração, na qual resume e reafirma nossos desejos e intenções ao fazermos a oferta.

Oração Eucarística: (“Eucaristia” = “Ação de Graças”) com a oração eucarística, oração de agradecimento e de consagração, chegamos ao coração e ao ápice da celebração. O sacrifício de Cristo presente na Missa é eucarístico, isto é, “sacrifício para agradecer muito, para dar a maior prova de gratidão”. Se o ofertório é a preparação do sacrifício de Cristo, agora, o mesmo se realiza.

Prefácio: introduz-se a oração eucarística. A Igreja, neste momento, rende graças ao Pai, por Cristo, no Espírito Santo, por todas as suas obras, pela criação, a redenção, a santificação. Toda a comunidade junta-se então a este louvor incessante, reconhecendo a grandeza de Deus e sua plenitude de santidade, entoando o hino do “Santo”. Após a aclamação do prefácio, o sacerdote assume a posição de representante oficial da Igreja e da Comunidade reunida, para dirigir-se ao Pai, de modo especial e solene, através da Oração Eucarística.

Prece Eucarística: a Igreja pede ao Pai que envie seu Espírito Santo sobre o pão e vinho, dons oferecidos pelos homens, para que se tornem por seu poder, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo.

Consagração: é o momento em que o sacerdote, age, do mesmo modo e com as mesmas palavras de Cristo na última Ceia, para transformar o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Jesus. Neste momento, o próprio Cristo age e fala pelo sacerdote, o qual se torna um “instrumento” de Cristo. Com este ato, Cristo se faz sacramentalmente presente sob as espécies do pão e do vinho consagrados. Há o que chamamos de milagre da transubstanciação (transformação da substância). É o momento em que se torna presente o sacrifício de Cristo. O calvário torna-se presente sobre o altar. Da mesma forma que Cristo se entregou a Deus, por nós, na Cruz, neste momento, Ele se entrega a nós, sobre o altar. Cristo está presente para ser oferecido novamente ao Pai. Só a fé pode nos garantir a certeza de que sob as aparências de pão e vinho, está presente o Cristo vítima, sacrifício de nossa salvação. Este milagre torna-se um mistério de fé.

Oração após a Consagração: o sacerdote prossegue a Oração Eucarística oferecendo o sacrifício de Cristo ao Pai. Depois, confiante no valor da oferta, pede para que aqueles que tomam parte da Eucaristia sejam um só corpo e um só espírito e faz os pedidos necessários à Igreja, intercessões, em que exprime a Eucaristia sendo celebrada em comunhão com toda a Igreja do céu e da terra, com os pastores da Igreja, o Papa e os Bispos do mundo inteiro.

Elevação Conjunta (“Por Cristo, com Cristo…”): é o oferecimento de Cristo ao Pai, por nós. Para concluir as orações próprias da oferta do sacrifício de Cristo ao Pai, o sacerdote realiza um gesto muito profundo. Ele, em nome do povo reunido, toma em suas mãos a patena com o Corpo de Cristo e o cálice com o Sangue de Cristo, ergue-os conjuntamente, como se estivesse entregando Cristo ao Pai, pela nossa redenção. É a “coroação” solene e grandiosa da Oração Eucarística, onde por Cristo, com Cristo e em Cristo, apresenta-se ao Pai, toda honra e glória, de hoje e de todos os tempos. Toda a comunidade exclama com alegria e exaltação o “Amém!”, num gesto de confirmação e participação no ato que foi feito.

Ritos da Comunhão: um dos mais importantes momentos da Celebração Eucarística. A comunidade reunida se vê fortalecida com a presença do Senhor Jesus que se torna alimento para nossa vida espiritual.

Oração do “Pai Nosso”: antes da aproximação à mesa da comunhão é necessária uma preparação. O sacerdote convida a todos os participantes para rezar a oração que o próprio Cristo nos ensinou. Nela, apreendemos a chamar Deus de Pai. É a oração que lembra nossa fraternidade, pois somos todos filhos do mesmo Pai, portanto somos todos irmãos. A participação na Eucaristia, nos leva a um compromisso com a fraternidade.

Oração pela Paz: Cristo prometeu-nos a paz verdadeira. Fundamentando-se na promessa que Cristo nos fez, o sacerdote pede a paz. A paz é Cristo presente em nós. E, tendo esta paz de Cristo em nossos corações, devemos manifestá-la aos irmãos.

Fração do Pão: o sacerdote parte a hóstia em duas metades. De uma delas retira um pedaço e o coloca dentro do cálice, fazendo assim a união do Corpo e Sangue de Cristo. Assim como a separação do Corpo e Sangue de Cristo simboliza a sua morte, assim também, a união dos mesmos, quer afirmar a presença de Cristo vivo, ressuscitado e glorioso. Na Santa Ceia, os convidados foram os Apóstolos. Na Ceia da Santa Missa, todos os participantes são convidados. O sacerdote saúda-os e lhes apresenta o Cordeiro, o Cristo sacrificado, que servirá como alimento na Ceia. Ele é o Cordeiro que tira o pecado e corrige a fraqueza.

Comunhão: depois da comunhão do próprio sacerdote, os participantes da Ceia dirigem-se para junto do altar, para receber o Cristo. Momento de profundo respeito e de intimidade pelo encontro do homem com o Cristo vivo. Se depois da Consagração, nós oferecemos Cristo ao Pai, podemos dizer que agora, é o Pai que nos entrega o Cristo, para ser nossa força, nosso companheiro, nosso mestre. Ao recebermos Cristo vivo e real em nosso ser, pela recepção da Sagrada Comunhão, se produz em nós frutos de vida eterna. À medida que comungamos ao longo de nossa vida, cresce e amadurece a nossa vida espiritual.

Oração depois da Comunhão: depois de fazermos a nossa oração pessoal de ação de graças ao Cristo vivo que está em nós, o sacerdote, em nome de toda a comunidade reunida, encerra oficialmente a Liturgia Eucarística com uma oração de agradecimento pelos ensinamentos recebidos na Liturgia da Palavra, pelo sacrifício de Cristo que foi atualizado, oferecido e recebido. E pede que a Eucaristia recebida produza em nós frutos de alegria, de vida cristã e de vida eterna. Percebe-se que, nesta terceira parte da Missa: Deus vem ao nosso encontro! Através de Cristo, Deus nos atinge com sua graça redentora. Dá-nos em alimento para fortalecer a nossa alma. Comungamos da mesa Eucarística.

4ª PARTE – RITOS FINAIS:

O encontro da família de Deus terminou. O sacerdote nos confere a Benção de Deus e em nome de Deus, nos envia em MISSÃO. Agora, a Santa Missa continua em nossas vidas, pois ela não é um ato isolado na vida do Cristão. Durante a semana, o Cristão deve aplicar, com seu testemunho de vida, aquilo que “absorveu” na Celebração, buscando viver o mistério de Cristo na própria vida:

  • Viver a união com os irmãos, através de uma vida de ajuda mútua, de uma vida de fraternidade;
  • Alimentar a união com Cristo, através da oração e da luta contra as tentações e contra o pecado da injustiça e do egoísmo;
  • Colocar-se a serviço dos mais necessitados para, em união com Cristo, construir um mundo novo na justiça e na fraternidade.

 Preparação de um altar para Celebração da Santa Missa

01 – Altar: representa a mesa que Jesus e os Apóstolos usaram para celebrar a Santa Ceia na Quinta-Feira Santa

02 – Toalha: lembra a dignidade e o respeito que devem ao altar.

03 – Sacrário: é onde ficam guardadas as âmbulas com Hóstias Consagradas.

04 – Ostensório: é onde se coloca a Hóstia Consagrada para Adoração dos fiéis.

05 – Lâmpada do Santíssimo Acesa: indica Jesus presente no sacrário vivo e real, como está no céu.

06 – Círio Pascal: é uma vela grande, benzida na cerimônia da Vigília Pascal (Sábado Santo). Indica “Cristo Ressuscitado”, “Luz do Mundo”.

07 – Carrilhão (sino): é acionado para maior atenção no momento da Consagração.

08 – Cálice: Nele se deposita o vinho que vai ser transformado em sangue de Jesus. É feito de metal prateado ou dourado.

09 – Patena: é como um pratinho que vai sobre o cálice. Na patena é colocada a Hóstia Grande, do Celebrante.

10 – Sanguíneo: é uma toalhinha comprida, serve para enxugar o cálice onde estava o Sangue de Jesus.

11 – Pala: é uma peça quadrada, que serve para cobrir o cálice com o vinho.

12 – Hóstias: as hóstias grandes e pequenas são feitas de trigo puro, sem fermento. A grande o padre consagra para si, é a maior para que todos possam ver.

13 – Âmbula: é igual ao cálice, mas fechada com uma tampa justa. Nela colocam-se as hóstias consagradas a serem distribuídas aos fiéis, e serve para guardar as hóstias consagradas no sacrário após a Missa.

14 – Galhetas: são duas jarrinhas que contém água e vinho. O vinho é para a consagração. A água serve para misturar no vinho antes da consagração, lavar os dedos do celebrante e purificar o cálice e as âmbulas depois da comunhão.

15 – Manustérgio: é para enxugar os dedos do celebrante no Ofertório.

16 – Corporal: é uma toalha branca quadrada, que vai no centro no altar. Chama-se corporal porque sobre ela coloca-se a Hóstia consagrada que é o corpo do Senhor.

17 – Missal: é o livro que o padre usa para ler as orações da Missa.

18 – Crucifixo: colocado no centro do altar, para lembrar o sacrifício de Jesus.

19 – Velas acesas: lembra Cristo luz do mundo. Simboliza também a nossa fé, pois, a Missa só tem sentido para quem tem fé.

20 – Flores: as flores simbolizam vida, beleza, amor e alegria.

(Fonte: catequisar.com.br)