Temos a seqüência: I - II - III - IV - V - VI - VII - VIII, que é usada para representar os graus harmônicos. Essa seqüência é chamada também JÔNIO - que é uma escala grega.
Nesse agrupamento harmônico temos então:
I - Acorde Maior - Tônica da Harmonia;
II - Acorde menor;
III - Acorde menor;
IV - Acorde Maior;
V - Acorde Maior;
VI - Acorde menor Relativo;
VII - Acorde menor com 5º grau diminuto;
VIII - Repetição da Tônica.
Vamos facilitar as coisas. Preste atenção nessa regrinha básica: T-m-m-M-M-r-a, onde:
T - Tônica;
m - menor;
M - Maior;
r - relativa;
a - alterada.
O que podemos notar no exemplo acima é que:
- É relativa porque é a harmonia que mais se aproxima da Tônica,
Ex: Am é Relativa de Dó maior, porque:
C = Dó - Mi - Sol
Am = Lá - Mi – Dó
- É alterada porque é um acorde (maior ou menor), cuja estrutura foi alterada, mas que continua com o mesmo nome por causa da Tônica. Ex:
Bm5- (ou Bm5mejor) - Si menor com Quinta Menor.
B = Si - Ré# - Fá#
Bm = Si - Ré - Fá#
Bm5- = Si - Ré – Fá
Por isso, podemos dizer que temos então o primeiro agrupamento (JÔNIO) de Dó Maior. Veja
como ficou:
I – C (O agrupamento definido por I - é um acorde maior)
II – Dm (O agrupamento definido por II - é um acorde menor)
III – Em (O agrupamento definido por III - é um acorde menor)
IV – F (O agrupamento definido por IV - é um acorde maior)
V – G (O agrupamento definido por V - é um acorde maior)
VI – Am (O agrupamento definido por VI - é um acorde menor)
VII - Bm5- (O agrupamento definido por VII - é um acorde diminuto)
VIII - C (O agrupamento definido por VIII é uma repetição do I)
Se você não entendeu o que colocamos acima, preste atenção nessa explicação mais detalhada:
Um acorde é uma combinação de notas. Não podemos construir um acorde simplesmente juntando quaisquer notas e esperando que saia algo harmonioso. É preciso conhecer quais e quantas
notas devemos juntar. Sempre que fizermos um acorde, ele constará geralmente de 3 notas tomadas da escala diatônica ou cromática. Existem os acordes maiores, os menores e os dissonantes.
Suponha que queiramos fazer o acorde de C maior (ou só C). Todo acorde maior é composto da
1a , 3a e 5a nota da escala diatônica da nota que queremos fazer o acorde. Assim o acorde de C
deverá ter C (1a), E(3a) e G(5a).
Os acordes maiores usam somente a escala diatônica da nota. Uma característica interessante dos acordes maiores e que eles têm um "som alegre".
Ex.: Acorde de G -> 1a G 3a B 5a D A -> A, C# E
Acordes menores
Os acordes menores são compostos da 1a ,5a e da 3a b (3a meio tom abaixo).Para "transformarmos" um acorde maior em menor, basta abaixarmos meio tom na terça (ou terceira)
. Ao contrário dos acordes maiores, os menores têm um "som triste". Representamos um acorde menor colocando a letra µm’ minúscula na frente. O acorde de Dm teria estas notas: D(1a ),
A(5a )e F(3a b). Pela escala de D o F deveria ser sustenido, mas como se deve abaixar meio tom
na terça o F fica natural.
Ex.: Gm -> G, Bb, D Am -> A, C, E
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