| ORAÇÃO PESSOAL – OLARIA 10 |
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A MISERICÓRDIA DE DEUS |
| CHAVE - “Pai, quero voltar para Ti! Não mereço ser tratado como um dos teus filhos, pois desprezei a vida que me ofereceste e preferi estar longe de Ti. Reconheço que errei, e que sou pecador, criatura frágil, incapaz de corresponder a teus sonhos, contando só com minhas pobres forças. Mas sei que estás prontos a receber-me como filho! Para Ti nunca deixei de ser um filho querido, alguém muito precioso a teus olhos, a tua pedra viva e preciosa! Esta pedra caiu na lama, sujou-se, ficou irreconhecível, perdeu o seu brilho. Mas a Água Viva pode limpá-la! Ela pode voltar a brilhar como antes! Pai, lava-me de minha culpa e purifica-me de todo o meu pecado!” |
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| “Só Deus é capaz de amar a quem não é digno de ser amado.” Pelo pecado pessoal e social o Projeto de Deus foi desfeito. O homem quis construir a sua vida a partir dos próprios critérios. Sua resposta ao plano do Deus-Amor foi a infidelidade. Deu as costas para Deus, criando em torno de si um círculo de morte e destruição. Isto significa o fracasso de seus anseios mais profundos de felicidade. É esta a nossa sorte? Há uma saída?... somos incapazes de salvar-nos a nós mesmos. Mas, Deus sempre Fiel, novamente toma a iniciativa. Não abandona o homem rebelde à sua sorte. Gratuitamente o amou a ponto de enviar ao mundo seu próprio Filho, para assumir a nossa miséria e vivificar de novo tudo. Podemos de novo com Ele, n’Ele, por Ele, dizer com fé um SIM a Deus e termos a vida em abundância. Deus olha o mundo com um olhar de misericórdia e não de condenação, e o salva. “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5,20) O nosso Deus é um Deus de Misericórdia. Ele se alegra e faz festa com a volta do filho pródigo ou em achar a ovelha perdida... Deus manifesta a sua fidelidade na busca do homem que se perde. O perdão é bondade e iniciativa de Deus, porque para ele cada um de nós é único, irrepetível, importante. |
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PÃO - Vejamos a parábola do Pai Misericordioso (Lc 15,11-32):
- tem vocação de filho e é escravo: “Um homem tinha dois filhos...”
- não fica satisfeito com as coisas da casa do Pai: “Pai, dá-me a parte de bens que me cabe.”
- o Pai respeita a sua liberdade: “E o Pai fez para eles a partilha dos seus bens.”
- longe, afastado do Pai: “... o filho mais moço, partiu para uma região longíqua...”
- vive perdido em relação ao Pai: “... e aí dissipou os seus bens numa vida desregrada...”
- vive uma condição humilhante: “... e ele começou a passar necessidades”.
- percebe que está perdido: “Então, caindo em si, disse a si mesmo: Quantos operários de meu pai têm pão de sobra, enquanto eu, aqui, morro de fome”.
- lembra da casa do Pai e contrasta com a vida que leva: “Vou ter com o meu Pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti...”
- faz projeto de volta, de conversão: “E foi ter com seu pai...”
- o Pai o vê de longe: “Ainda estava longe, quando o Pai o avistou...”
- o filho reconhece o seu pecado e confessa confiante na certeza de ser perdoado: “O filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e contra ti...”
- o Pai define o desvio do filho como morte e lhe faz ver na realidade o que é o pecado: “... este meu filho estava morto e voltou à vida...”
- o filho mais velho é o único que faz a acusação; não entende o gesto do Pai, pois estava longe do coração do Pai: “O filho mais velho... encheu-se de cólera e não quis entrar”. |
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GRAÇA - Senhor, que toda a minha pessoa se volte para Ti!
TENDA - Lembre-se de fazer o colóquio durante a oração, falando a Deus exatamente como um amigo o faz com seu amigo. Você pode falar sobre como é que estão indo suas coisas, explicar o que está fazendo, pedir conselho ou explicação.
TRILHA - Onde sentiu mais a presença de Deus na sua oração? |
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